Advogado de Família em Florianópolis
Orientação clara e humana para quem precisa de um advogado de família em Florianópolis.
O advogado Giancarlo Giacomelli exerce em Anchieta com dedicação exclusiva em Direito de Família. Casos de divórcio, regulamentação de guarda, ações de alimentos e inventário fazem parte da sua rotina profissional junto ao foro de Anchieta, no Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
Na Giacomelli Advocacia, o atendimento começa muito antes do protocolo judicial. Compreender sua situação de perto permite entregar uma estratégia que faça sentido para a sua vida, com técnica, empatia e clareza.
- Atendimento 24h com ligação direta sem agendamento
- Presença real: Vara de Família de Anchieta / TJSC
Serviços especializados de Direito de Família em Anchieta
Processos no Direito de Família demandam tanto preparo técnico quanto cuidado humano. O escritório oferece representação em áreas como divórcio consensual e litigioso, guarda compartilhada, pensão alimentícia, regulamentação de convivência, inventário e partilha de bens, com atuação direta junto à Comarca de Anchieta.
Ação de Divórcio
O divórcio pode ser amigável, quando ambos concordam com os termos, ou contencioso, quando há divergência sobre partilha, guarda ou pensão alimentícia. Quando há consenso e não existem filhos menores, o procedimento pode ser feito em cartório de forma extrajudicial. No segundo, o processo corre na via judicial com análise individualizada de cada ponto de conflito.
- Receio de perder patrimônio ou aceitar uma partilha injusta por pressão emocional
- Insegurança sobre como o processo vai afetar a rotina dos filhos
- Medo de um processo longo, desgastante e sem previsão de encerramento
Guarda de Filhos
A guarda compartilhada é o modelo adotado como regra pelo Código Civil, mas o juiz tem a prerrogativa de determinar guarda exclusiva se houver situação de risco para a criança. A definição é baseada em a estabilidade do lar, a adaptação da criança e a disposição de cada genitor em participar das decisões sobre educação e saúde.
- Medo de perder o convívio diário com os filhos após a separação
- Angústia diante de acusações ou tentativas de alienação parental
- Dúvida sobre como funciona a divisão de tempo e responsabilidades entre os pais
Ação de Alimentos
A pensão alimentícia segue o critério da adequação entre o que o alimentando precisa e o que o alimentante pode pagar. A via consensual permite acordo direto, enquanto a via judicial cabe quando não há entendimento. A legislação permite pedir revisão ou exoneração quando as condições originais da fixação deixam de corresponder à realidade.
- Preocupação com um valor desproporcional que comprometa o sustento próprio ou dos filhos
- Frustração quando a pensão é fixada mas não é paga
- Vergonha ou culpa por precisar recorrer à justiça para garantir o básico
Reconhecimento e Dissolução de União Estável
A união estável produz efeitos jurídicos equiparáveis aos do casamento em termos de patrimônio e herança, mesmo que não tenha sido registrada em cartório. Um contrato de convivência lavrado em cartório estabelece regras claras sobre patrimônio e obrigações, e a dissolução exige definição sobre partilha, alimentos e, quando há filhos, guarda e convivência.
- Insegurança sobre quais direitos existem quando não houve casamento no papel
- Receio de sair da relação sem nenhuma proteção financeira
- Dúvida sobre como comprovar a união estável para fins de herança ou benefícios
Partilha de Bens no Divórcio e na União Estável
O regime de bens escolhido no casamento ou na união estável estabelece os limites da divisão patrimonial. A partilha pode ser formalizada por escritura pública quando há consenso ou, se as partes não chegarem a acordo, por decisão da Vara de Família competente.
- Medo de abrir mão de direitos por desconhecimento ou pressa em encerrar o conflito
- Insegurança sobre o que de fato entra na divisão e o que é patrimônio individual
- Receio de que bens em nome de terceiros ou empresas familiares fiquem fora da partilha
Direito de Convivência
A regulamentação de visitas estabelece os dias, horários e condições de convivência entre o genitor que reside em domicílio diferente e o filho. O acordo pode ser firmado de forma consensual entre os genitores ou estabelecido por decisão da Vara de Família, sempre com base no bem-estar e na segurança da criança ou do adolescente.
- Dor de depender da boa vontade do outro genitor para ver o próprio filho
- Medo de que a criança se afaste emocionalmente por falta de convívio regular
- Angústia de avós e familiares que perderam o contato com os netos
Inventário e Partilha de Herança
O início do processo de inventário é obrigação legal dos herdeiros e deve ocorrer dentro de sessenta dias contados do óbito. O descumprimento desse prazo gera multa sobre o ITCMD, que varia conforme o estado. O inventário pode seguir pela via judicial ou extrajudicial.
- Dificuldade de lidar com questões burocráticas em um momento de luto
- Medo de conflitos entre irmãos ou familiares por causa da herança
- Receio de perder prazos e ser penalizado com multas tributárias
Ação Revisional de Pensão Alimentícia
A revisão de pensão alimentícia é cabível quando a renda de quem paga sofre redução significativa ou quando as necessidades de quem recebe mudam. A exoneração é cabível quando cessam os pressupostos que justificavam o pagamento, como nos casos em que o alimentando completa 18 anos e demonstra capacidade de prover o próprio sustento.
- Sensação de injustiça por pagar um valor que não corresponde mais à realidade financeira
- Medo de pedir a revisão e ser visto como alguém que quer abandonar os filhos
- Insegurança sobre como comprovar a mudança de renda perante o juiz
Mediação e Acordo Familiar
Diferente do processo litigioso, a mediação familiar dá aos envolvidos o poder de decidir os termos do acordo. A função do mediador é criar um ambiente de negociação seguro, sem tomar partido. Acordos resultantes da mediação podem ser homologados e passam a ter validade equivalente à de uma sentença.
- Vontade de resolver sem briga, mas sem saber se o outro lado vai aceitar conversar
- Crença de que mediação só funciona quando a relação é amigável
- Cansaço emocional com o conflito e desejo de encerrar a situação o mais rápido possível
Processo de Adoção
Adotar uma criança ou adolescente no Brasil obedece a procedimento específico definido pelo ECA e pelas normas do Conselho Nacional de Justiça. A etapa inicial é o cadastro e a aprovação dos adotantes no Sistema Nacional de Adoção. Após a habilitação, seguem-se a avaliação psicossocial, o estágio de convivência e a sentença que cria o vínculo de filiação definitivo.
- Ansiedade com a burocracia e o tempo de espera de um processo que parece não andar
- Medo de não ser aprovado na avaliação ou de algo dar errado no estágio de convivência
- Insegurança jurídica sobre os direitos da nova família após a conclusão da adoção
Assista ao video de 1 minuto
Se você tem dúvidas, medo de entrar na justiça ou não sabe por onde começar, comece assistindo este vídeo. Ele pode esclarecer muito antes mesmo de você falar com um advogado.
Se alguma parte do vídeo se conectou com sua situação, entre em contato.
Dr. Giancarlo Giacomelli atende com escuta ativa, orientação clara e sigilo absoluto.
Tudo sobre advogado de família em Anchieta
Qual é o papel do advogado de família?
O advogado de família é o profissional que representa e orienta pessoas em questões jurídicas ligadas a relações familiares, patrimônio e sucessão. A atuação abrange desde processos de divórcio e dissolução de união estável até disputas sobre guarda, convivência com filhos, obrigações alimentares, heranças e proteção contra violência doméstica. O papel vai além da técnica jurídica, porque cada demanda traz consigo um contexto emocional que exige escuta e compreensão antes de qualquer estratégia.
Quem precisa de um advogado de família em Anchieta?
A busca por um advogado de família não se limita a quem está se divorciando. Em Anchieta, o escritório recebe pessoas enfrentando separação, famílias reorganizando a convivência com os filhos, herdeiros diante de partilha de bens, casais planejando regime patrimonial e gestantes assegurando sustento durante a gravidez. Cada pessoa chega com uma história diferente, mas todas precisam de orientação técnica e acolhimento.
Quando é hora de procurar orientação em Direito de Família?
Antecipar a consulta jurídica é estratégia, não desespero. Grande parte das perdas financeiras e emocionais que aparecem nos processos decorre da demora em buscar assessoria. Situações como inadimplência de pensão alimentícia, impedimento de convivência com os filhos e cenários de violência doméstica exigem resposta jurídica imediata.
Algo que surpreende muitos clientes é que o prazo de 60 dias para abertura de inventário corre mesmo que a família ainda esteja levantando documentos e certidões. O marco legal é a data registrada na certidão de óbito, e ultrapassá-lo resulta em penalidade tributária sobre o imposto de transmissão. Orientação jurídica imediata impede que a família pague uma multa que poderia ter sido facilmente evitada.
Orientação jurídica e ação judicial são coisas diferentes. Procurar orientação é garantir que, quando a decisão vier, ela seja informada e estratégica.
Agende uma conversa e entenda qual é o melhor caminho para proteger seus direitos.
Em qual foro tramitam as ações de família em Anchieta?
As ações de Direito de Família em Anchieta correm nas Varas de Família da Circunscrição Judiciária de Anchieta, no âmbito do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Processos que envolvem crianças e adolescentes em situação de risco ou adoção são direcionados à Vara da Infância e Juventude. A competência pode variar conforme o domicílio das partes e o tipo de ação, razão pela qual o acompanhamento profissional desde o início previne equívocos que geram perda de tempo.
Qual a diferença de um advogado especializado em família?
Questões familiares reúnem em um único processo patrimônio, relações parentais e impacto psicológico. Um advogado generalista pode conhecer a lei, mas a experiência específica em Direito de Família faz diferença na preparação e condução das oitivas, na elaboração de propostas de acordo que funcionem para ambas as partes e na antecipação de riscos que só quem lida com essas demandas no dia a dia consegue identificar.
A especialização em Direito de Família não é apenas um título. Representa dominar o funcionamento interno das Comarcas, os precedentes do Tribunal e as particularidades de cada tipo de ação. Nas disputas que tocam guarda, alimentos e partilha, o preparo específico faz diferença em cada petição, audiência e recurso.
A guarda compartilhada ilustra bem por que a experiência prática em Direito de Família importa. Muitos pais chegam ao escritório convictos de que, sem consenso, a guarda compartilhada está descartada. A Súmula 613 do Superior Tribunal de Justiça consolidou o entendimento de que a oposição de um genitor não impede a fixação da guarda compartilhada. Saber aplicar esse entendimento no momento certo é o que diferencia um advogado que atua com foco em família de um que atende qualquer área.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina aplica entendimentos próprios que impactam ações de alimentos, partilha e guarda em todo o estado. Essa leitura só vem com a prática diária em Direito de Família na região.
Solicite uma análise personalizada do seu caso com explicação clara de valores, prazos e etapas.
Qual o processo de atendimento na Giacomelli Advocacia?
O primeiro contato é feito por ligação direta ou mensagem via WhatsApp, sem agendamento prévio.
Desde o contato inicial, o cliente apresenta sua situação com total sigilo profissional e sai com uma leitura preliminar do cenário jurídico. O escritório formaliza uma proposta detalhada com custo, fases do processo e cronograma realista. A partir da formalização, o cliente recebe atualizações constantes e pode contatar o advogado diretamente em qualquer fase.
É comum desconhecer que o divórcio com filhos menores admite a via extrajudicial em determinadas condições. Quando a guarda e a pensão alimentícia já foram definidas por sentença judicial, o divórcio em si pode ser formalizado por escritura pública em cartório. O CPC autoriza esse caminho, e o impacto em tempo e honorários é considerável. Identificar quando essa via é aplicável é exatamente o tipo de orientação que diferencia um advogado especializado.
Cidades que atendemos:
Se você procura orientação jurídica familiar em Santa Catarina, a Giacomelli Advocacia possui atuação consolidada em Advogado famíliar em Florianópolis, Comarca que reúne o maior volume de processos de família de Santa Catarina, acompanhando processos em outras cidades de Santa Catarina.
em até 30 minutos entramos em contato
Atendimento perto de você, no centro jurídico da cidade. Consulta online por videoconferência, com a mesma seriedade e sigilo.
- Ambiente Seguro


Sobre o advogado Giancarlo Giacomelli
Giancarlo Giacomelli é advogado inscrito na OAB/PR 122.982, formado pelo Centro Universitário UniDomBosco e pós-graduado em Direito e Processo Civil pela Fesp/PR. Sua trajetória profissional foi construída inteiramente dentro do Direito de Família e Sucessões, com mais de 200 casos conduzidos em Varas de Família nos estados do Paraná e de Santa Catarina.
Giancarlo Giacomelli criou a Giacomelli Advocacia com uma premissa que se mantém até hoje: todos os casos são acompanhados por ele diretamente, sem intermediários. O atendimento sem intermediários é o que viabiliza entender a fundo cada situação e construir um plano de ação sob medida para cada cliente que chega com uma questão familiar.
- Escuta antes da técnica. Cada atendimento começa pela compreensão do
contexto familiar e emocional antes de qualquer análise jurídica. - Comunicação sem juridiquês. Termos processuais são traduzidos para uma
linguagem que o cliente entende, com explicação clara de cada etapa,
prazo e possibilidade.
- Formado na Centro Universitário UniDombosco/pr.
- Pós Graduado em Direito e Processo Civil pela Fesp/PR.
O método de trabalho da Giacomelli Advocacia
Mapeamento completo da situação
Antes de qualquer ação judicial ou extrajudicial, o advogado levanta a situação jurídica, financeira e relacional do caso. Essa etapa envolve análise de documentos, identificação de prazos em andamento, levantamento de decisões anteriores e compreensão do que realmente importa para o cliente. Esse diagnóstico previne decisões impulsivas e revela alternativas que passam despercebidas em momentos de pressão emocional.
Planejamento estratégico do caso
Com o cenário mapeado, o advogado elabora a estratégia mais adequada à situação. Algumas situações se resolvem por acordo em cartório. Em outros cenários, a via judicial com tutela de urgência é indispensável. Quando há filhos envolvidos e patrimônio a dividir, a mediação pode ser a via mais eficiente e menos desgastante. A estratégia é apresentada ao cliente com linguagem clara, acompanhada de análise de riscos, cronograma realista e opções de contingência se a parte contrária não aceitar acordo.
Monitoramento contínuo até a decisão final
Cada movimentação processual é repassada ao cliente de maneira proativa, com antecedência suficiente para que o cliente acompanhe cada passo. O controle de prazos é feito internamente pelo advogado, audiências são preparadas com antecedência e qualquer mudança de cenário gera reavaliação imediata da estratégia. O caso só é considerado encerrado quando o cliente tem em mãos a decisão final e entende o que ela significa na prática.
Dúvidas comuns sobre advogado de família em Anchieta
Tire suas dúvidas antes de tomar qualquer decisão.
Iniciar um processo de família pode piorar o conflito?
Esse receio é comum e compreensível. Na prática, a judicialização costuma reduzir o conflito, porque retira a discussão do campo pessoal e coloca dentro de um sistema com normas e acompanhamento técnico. A função do advogado de família é conter o desgaste e direcionar o caso para uma solução, não prolongar o embate. Boa parte dos clientes descreve uma sensação de segurança quando o processo assume a condução que antes dependia exclusivamente do diálogo com a outra parte.
Sair de casa prejudica meus direitos na partilha ou na guarda?
Uma dúvida que aparece com frequência é se a saída do lar conjugal gera perda automática de direitos. O Código Civil não penaliza quem sai de casa por pressão, medo ou violência. O que importa é documentar o motivo e agir com orientação profissional desde o início. Se existe risco real, as medidas protetivas asseguram afastamento do agressor e preservação integral dos direitos da vítima.
Dá para resolver tudo em cartório, sem ir à Justiça?
A resposta varia conforme o caso. Quando há consenso entre as partes e não existem filhos menores envolvidos, demandas como divórcio, dissolução de união estável e inventário podem tramitar pela via extrajudicial em cartório. Havendo menores ou impasse, o Judiciário precisa intervir, mas o formato atual já permite participação remota em diversas fases do processo.
Não conheço a linguagem do Direito. Isso é um problema?
Nenhum cliente precisa estudar leis para acompanhar o próprio processo. Essa é uma responsabilidade do advogado: traduzir cada fase, cada prazo e cada decisão para uma linguagem que faça sentido. Cada movimentação é explicada antes de acontecer, garantindo que o cliente participe de cada decisão com segurança.
É possível parcelar os honorários do advogado?
A questão financeira não pode ser um obstáculo para buscar seus direitos. Na Giacomelli Advocacia, a cobrança se adapta ao caso: valor fechado quando o escopo é claro, parcelamento quando o processo é longo e honorários de êxito quando a situação permite. Antes de qualquer compromisso, o cliente recebe proposta clara com valores, forma de pagamento e escopo, em conformidade com a tabela da OAB.
Quais papéis preciso para dar entrada em um processo de família?
A documentação necessária muda conforme a ação. Para divórcio, o ponto de partida é a identificação das partes, certidão de casamento e comprovação de renda e endereço. Em processos de guarda e pensão, acrescenta-se a certidão de nascimento dos filhos e comprovantes de despesas. Para inventário, é necessário apresentar certidão de óbito, relação detalhada de bens e eventuais certidões fiscais. O escritório verifica a completude da documentação antes de dar entrada, evitando atrasos por falta de peças essenciais.
Quanto tempo leva para resolver um caso de família na Justiça?
Não existe um prazo único, cada tipo de processo tem seu tempo médio. Um divórcio consensual em cartório pode ser concluído em poucas semanas. Processos de guarda e alimentos variam entre seis meses e um ano e meio em média, de acordo com a pauta da Vara e a disposição das partes para negociar. O prazo de inventário oscila entre seis meses e dois anos. O descumprimento de prazos pode resultar em revelia e decisões contrárias aos interesses do cliente.
Como saber onde meu processo de família vai tramitar?
As ações de Direito de Família correm nas Varas de Família da Comarca de Anchieta, dentro da estrutura do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. A competência é definida, via de regra, pelo local de residência do réu ou de quem detém a guarda do menor, dependendo do tipo de ação. Residentes em municípios da mesma região podem ter o caso distribuído na Comarca local, conforme as regras de competência.
Prazo perdido em processo de família tem consequências graves?
Quem deixa de se manifestar no prazo legal pode sofrer os efeitos da revelia, e isso autoriza o juiz a aceitar como verdadeiro tudo o que a outra parte alegar. Isso pode resultar em decisões desfavoráveis sobre guarda, pensão ou partilha sem que o cliente tenha apresentado sua versão. Monitorar e cumprir cada prazo é parte essencial do trabalho do advogado de família.



