Advogado de Família em Naviraí - MS
Orientação jurídica em divórcio, guarda de filhos, pensão alimentícia, inventário e proteção familiar.
Decisões sobre guarda dos filhos, pensão alimentícia, partilha de bens e proteção contra violência doméstica impactam diretamente o futuro de quem você mais ama. Por isso, cada situação exige escuta atenta, planejamento jurídico bem definido e acompanhamento do início ao fim, sem promessas vazias e sem prolongar o desgaste.
A Giacomelli Advocacia atua exclusivamente em Direito de Família e Sucessões na Vara de Família de Naviraí, com base no Código Civil (arts. 1.511 a 1.783), no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei Maria da Penha. O atendimento é personalizado para cada caso, presencial ou por videochamada, nas vias judicial e extrajudicial.
- Atendimento com ligação rápida em compromisso
- Especialista no Direito de Família • Atendimento em Naviraí e região
Conflitos familiares que você pode estar enfrentando agora
Questões como divórcio, guarda de filhos, pensão alimentícia e proteção contra violência física ou psicológica exigem respostas jurídicas diferentes para cada situação. Muitas mulheres em Naviraí enfrentam essas realidades e precisam saber o que a lei garante antes de tomar qualquer decisão.
Quero saber se tenho direito à pensão alimentícia
Se o pai não está ajudando como deveria ou está com a pensão em atraso, você pode solicitar a cobrança judicial da pensão, a revisão do valor ou a fixação inicial pela Vara de Família. Situações de abandono financeiro são mais comuns do que parecem. A lei garante proteção para você e para o seu filho, e o processo pode ser mais rápido do que você imagina.
Estou passando por um divórcio difícil e preciso entender como agir
Quando a separação envolve discussões, desrespeito ou falta de acordo, é natural não saber por onde começar. No divórcio litigioso, você pode proteger seus direitos sobre a guarda, a pensão e a partilha de bens, mesmo que o outro lado não coopere. O importante é não tomar decisões sozinha e sem orientação.
O pai está tentando me pressionar sobre a guarda
Se você está sendo pressionada sobre horários, visitas ou convivência, saiba que o Judiciário pode intervir. A guarda compartilhada é baseada no que é melhor para o filho, não para o pai que pressiona, e práticas abusivas geram consequências legais previstas no Código Civil e no ECA. Muitas mães em Naviraí passam por isso e não sabem que existem medidas imediatas.
Preciso de medida protetiva para mim e meus filhos
Xingamentos, intimidação, isolamento, violência física ou psicológica: tudo isso é crime previsto na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06). Você pode solicitar medidas protetivas urgentes para proteger você e seus filhos imediatamente, sem necessidade de registro policial prévio. Não espere a situação se agravar.
Tenho medo de procurar um advogado e ser julgada
Muitas mulheres adiam a busca por orientação porque têm medo de não serem levadas a sério. Esse receio é natural, mas não condiz com a realidade do atendimento. O primeiro contato é sigiloso, feita com respeito e escuta ativa. O objetivo é entender o que você está vivendo, esclarecer seus direitos e provar que buscar proteção é força, não fraqueza. Nenhuma mãe deveria enfrentar isso sozinha.
Tenho filhos e patrimônio com meu companheiro, mas não somos casados
Muitas mulheres constroem uma vida inteira ao lado do companheiro, dividem casa, criam filhos e constroem patrimônio junto com o companheiro. Quando a relação acaba, imaginam que perderam tudo porque nunca houve casamento formal. A união estável gera proteção legal sobre bens, pensão e guarda, independentemente de registro formal. Entender o que a lei reconhece na sua situação é o primeiro passo para não sair em desvantagem.


Seu advogado especialista em família em Naviraí
O que você mais precisa agora é um profissional que escute antes de propor qualquer caminho, explique seus direitos com clareza e caminhe com você do início ao fim. Abaixo, você conhece quem vai conduzir o seu caso na Giacomelli Advocacia.
Giancarlo Giacomelli - OAB/PR 122.982
Presente na Vara de Família de Naviraí, Giancarlo Giacomelli tem sua prática voltada à defesa de mulheres diante de divórcio, disputa de guarda, pensão alimentícia, divisão patrimonial e violência doméstica. A condução de cada caso combina escuta atenta e acolhimento com estratégia jurídica fundamentada no Código Civil e na Lei Maria da Penha. Você recebe orientação objetiva sobre direitos e próximos passos desde o primeiro contato.
Formação e especialização
Graduado em Direito pelo Centro Universitário UniDombosco/PR. Pós-graduado em Direito e Processo Civil pela Fesp/PR, com foco em Direito de Família e Sucessões. Essa base permite estruturar cada caso com apoio no Código Civil, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei Maria da Penha, oferecendo orientação técnica e humanizada para mães, crianças e mulheres em situação de vulnerabilidade familiar.
Atuação em Direito de Família e Sucessões em Naviraí
Você não precisa ter vergonha. Muitas mulheres em Naviraí nos procuram quando o medo e a confusão ainda são maiores que a clareza. Sigilo, acolhimento e respeito são a base do primeiro contato e funciona em etapas definidas: primeiro, escuta e diagnóstico da situação; depois, apresentamos seus direitos e os caminhos possíveis, presencial ou por videochamada; por fim, definição conjunta da estratégia. Você tem controle sobre cada decisão.
Você não precisa apanhar para ter direito a uma medida protetiva. A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) garante mecanismos de proteção imediata que podem ser requeridas independentemente de denúncia ou boletim de ocorrência, inclusive para afastar o agressor do lar. Mulheres em Naviraí enfrentam essas situações sem perceber que a lei já permite proteção imediata. O Judiciário reconhece essas condutas como violência e atua para interrompê-las.
A guarda compartilhada ou unilateral é definida com base no melhor interesse da criança, conforme a legislação civil brasileira. Se há tentativa de restringir a convivência, exercer pressão emocional ou praticar condutas de alienação parental, o Judiciário pode intervir para regulamentar visitas que proteja a rotina e o bem-estar da criança. Muitas mães em Naviraí enfrentam esse cenário e desconhecem que existem medidas concretas para garantir sua presença na vida dos filhos. O medo é compreensível, mas a legislação oferece caminhos claros.
Quando o pai não ajuda com o sustento dos filhos, paga menos do que o necessário ou simplesmente parou de ajudar, a lei permite solicitar a fixação de alimentos, a revisão do valor ou a execução de pensão alimentícia. O cálculo leva em conta a necessidade do filho e a capacidade financeira do pai. Em casos de inadimplência, o juiz pode determinar desconto direto no salário, apreensão de bens ou restrição de liberdade do devedor.
Em separações com discussões constantes, desrespeito ou recusa de acordo, você não precisa aceitar uma situação injusta. O divórcio litigioso permite que o juiz defina as questões de guarda dos filhos, pensão alimentícia e divisão do patrimônio quando não há consenso. Já o divórcio consensual pode ser formalizado por escritura pública, com mais agilidade e menor custo, desde que não haja filhos menores ou conflito patrimonial sem solução, nos termos da Lei 11.441/07.
Dúvidas sobre imóveis, veículos, contas bancárias e dívidas acumuladas durante o relacionamento são comuns na dissolução de casamento ou convivência. A partilha de bens segue o regime patrimonial escolhido no casamento ou presumido na união estável e pode ser resolvida por acordo entre as partes ou por determinação judicial. O objetivo é garantir uma divisão justa, proporcional ao que foi construído e conforme a lei.
Quando a relação nunca foi formalizada como casamento, mas houve convivência pública e contínua, o reconhecimento de união estável garante direitos sobre patrimônio, pensão alimentícia e guarda dos filhos. Se a relação já terminou, a dissolução formal previne conflitos patrimoniais e protege o patrimônio e os filhos. Mesmo sem registro formal, a Constituição Federal e o Código Civil reconhece a união estável com direitos semelhantes aos do casamento.
Questões como divórcio consensual, pensão, guarda e partilha podem ser formalizadas por meio de escritura pública lavrada em cartório, nos termos da Lei 11.441/07. Essa via tende a ser mais ágil e econômica do que o processo judicial. Para que o acordo extrajudicial seja válido, é necessário consenso entre as partes e a participação de um advogado é exigência legal.
Antes de casar ou iniciar uma união estável, é possível registrar um pacto antenupcial que defina regras sobre regime de bens, direitos e obrigações de cada parte. Esse instrumento, lavrado por escritura pública, evita desgastes jurídicos no futuro e garante clareza sobre os direitos de cada um. O contrato de convivência cumpre função semelhante para quem opta pela convivência sem formalização pelo casamento civil.
Após o falecimento, o inventário é o caminho legal para a divisão de bens entre os herdeiros, pela via judicial ou por escritura pública em cartório. A lei determina prazo de 60 dias para abertura, e o descumprimento gera multa sobre o ITCMD. Quando existem herdeiros menores, o processo é obrigatoriamente judicial, com fiscalização do MP, conforme o ECA. Em Naviraí, orientamos famílias na condução completa do inventário, para que a partilha seja feita com segurança, agilidade e respeito à vontade da família.
O que pode estar acontecendo com você neste momento
A maioria das mulheres que nos procuram já vinham acumulando desgaste há muito tempo. Violência emocional, pensão não paga, disputas sobre os filhos: nada disso aparece de uma hora para outra, e adiar a busca por orientação costuma agravar o problema. Abaixo, você encontra os problemas mais comuns no Direito de Família, com explicações sobre o que a legislação prevê e quais providências jurídicas se aplicam ao seu caso.
Quando a relação virou fonte de desgaste e discussão constante
Discussões diárias, clima pesado e falta de respeito: quando o ambiente familiar atinge esse nível de desgaste, continuar pode ser mais prejudicial do que se separar. No Brasil, o divórcio é direito de qualquer uma das partes, sem exigência de separação prévia, conforme a Emenda Constitucional 66/2010. Quando ambos concordam, o processo pode ser feito em cartório (Lei 11.441/07). Sem acordo, o divórcio litigioso é conduzido pelo juiz de Naviraí. O início exige, apresentação de certidão de casamento, RG, CPF e comprovante de residência.
Quando existe violência psicológica ou controle emocional
Controle emocional, ameaças veladas, isolamento social e a sensação constante de medo são formas de violência psicológica reconhecidas pela Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06). Você não precisa apanhar para solicitar medidas protetivas urgentes. O pedido pode ser feito diretamente na delegacia ou no Judiciário, e a decisão judicial deve sair em até 48 horas, conforme o art. 12-C da lei. As medidas podem incluir afastamento imediato, proibição de aproximação e inclusão em rede de proteção. Em Naviraí, o atendimento pode ser iniciado na DEAM ou diretamente na Vara de Família da comarca.
Quando a pensão não é paga ou o valor é insuficiente
Quando o pai deixa de contribuir ou paga um valor abaixo do necessário, a pensão alimentícia pode ser solicitada judicialmente. O valor é calculado com base no trinômio necessidade, possibilidade e proporcionalidade, conforme o art. 1.694 do Código Civil. Se a pensão já foi fixada e não está sendo paga, é possível entrar com execução de alimentos, que permite desconto direto em folha, penhora de bens e, em último caso, prisão civil do devedor. O prazo para cobrar parcelas atrasadas é de dois anos pelo rito de prisão e cinco anos pelo rito de penhora. Reunir comprovantes de gastos com saúde, escola, alimentação e moradia é essencial para demonstrar a necessidade.
Quando o pai usa os filhos como instrumento de pressão
Quando o pai impõe condições, restringe visitas ou faz pressão emocional usando os filhos, essa conduta pode ser enquadrada como alienação parental, prevista na Lei 12.318/2010. A lei prevê desde advertência até a inversão da guarda e suspensão da autoridade parental. A guarda compartilhada é a regra no ordenamento brasileiro atual, conforme o art. 1.584 do Código Civil, e independe de concordância do pai. A regulamentação de convivência pode ser pedida judicialmente, definindo datas, horários e regras claras. Provas como mensagens, áudios e testemunhos são aceitas pelo Judiciário. Muitas mães em Naviraí passam por isso e têm respaldo legal para agir.
Quando a insegurança financeira atrasa a decisão de se separar
O medo de perder bens, de não ter onde morar ou de sofrer retaliações é uma das maiores barreiras para mulheres que desejam se separar. O divórcio possui regras claras sobre a partilha de bens, que segue o regime adotado no casamento. No regime de comunhão parcial, adotado pela maioria dos casais brasileiros, todos os bens adquiridos durante a união são divididos meio a meio, independentemente de quem pagou. Herança e doação são excluídas da divisão. Se o casal não chega a acordo, o juiz determina a divisão com base na documentação apresentada. Imóveis, veículos, contas bancárias e até dívidas entram no cálculo.
Quando medidas judiciais imediatas são a única saída
Existem situações que não podem esperar. Violência, desaparecimento com os filhos, inadimplência total ou perigo iminente demandam medidas judiciais urgentes. A tutela de urgência (art. 300 do CPC) permite que o juiz decida antes da audiência, determinando guarda provisória, pensão alimentícia provisória, afastamento do agressor e até bloqueio patrimonial. Em Naviraí, o pedido é analisado pela Vara de Família da comarca. É necessário advogado e documentação que comprove a urgência. Agir rápido pode ser o que protege você e seus filhos.
Atendemos Também nas Cidades
Advogado de Família em Campo Grande, Advogado de Família em Água Clara – MS, Advogado de Família em Alcinópolis – MS, Advogado de Família em Amambai – MS, Advogado de Família em Anastácio – MS, Advogado de Família em Anaurilândia – MS, Advogado de Família em Angélica – MS, Advogado de Família em Antônio João – MS
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Atendimento em Naviraí – MS, no centro jurídico da cidade. Consulta online por videoconferência, com a mesma seriedade e sigilo.
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Etapas do atendimento jurídico na Giacomelli Advocacia
Muitas mulheres nos procuram sem saber exatamente qual é o próximo passo. Há quem ainda esteja tentando entender se a situação tem solução, outras já vivem uma separação desgastante com disputas sobre guarda e pensão, e muitas precisam agir com urgência para proteger a família. O atendimento da Giacomelli Advocacia funciona em etapas: primeiro, entendemos a sua realidade; depois, mostramos os caminhos jurídicos disponíveis; por fim, decidimos juntas a melhor estratégia. Sempre com sigilo profissional e respeito pelo seu tempo.
Assista ao nosso video de Boas-Vindas e saiba como podemos ajudar você.
Dúvidas frequentes sobre Advogado Familiar em Naviraí
Preciso ter certeza de que minha situação é grave para procurar um advogado?
Pode, e muitas mulheres se surpreendem com o que descobrem. Aquilo que você considera uma situação leve pode ter implicações jurídicas relevantes. Sinais de manipulação, abandono financeiro, conflito sobre os filhos: tudo isso já é razão para buscar orientação. O primeiro atendimento existe justamente para avaliar. Nenhum caso é pequeno demais para merecer atenção.
Preciso avisar meu companheiro que estou buscando um advogado?
Não precisa. A confidencialidade da consulta é assegurada pelo art. 7º do Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94). O primeiro contato costuma acontecer de forma reservada, justamente para entender a situação com segurança. Você terá clareza sobre o que pode ser feito e só depois define, junto com o advogado, o momento e a forma de agir. O controle sobre o sigilo é inteiramente seu.
Quais são os caminhos quando a pensão não é paga ou é insuficiente?
A resposta depende do estágio da situação. Se nunca houve pensão definida, o primeiro passo é a ação de alimentos. Quando o valor não cobre mais as necessidades da criança, cabe revisão de alimentos. Se há parcelas atrasadas, a execução permite cobrança forçada. Na execução, o juiz pode determinar desconto em folha, penhora de bens ou prisão civil. Parcelas atrasadas podem ser cobradas pelo rito de prisão em até dois anos. A via de penhora permite cobrar até cinco anos.
Quando posso pedir uma medida protetiva?
A lei não exige agressão grave para conceder medida protetiva. Medo constante, ameaças, controle emocional, isolamento e violência verbal já justificam o pedido. A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) prevê proteção imediata, requeridas na DEAM ou diretamente ao juiz. A Justiça tem 48 horas para decidir, conforme o art. 12-C da lei. Entre as medidas possíveis estão afastamento do agressor, proibição de contato e proteção patrimonial. Em Naviraí, o primeiro passo pode ser dado na DEAM.
Tenho medo de perder a guarda dos meus filhos. Isso pode acontecer?
A guarda compartilhada é a regra presumida no Brasil desde 2014. A definição de guarda considera exclusivamente o melhor interesse da criança, e não a vontade de um dos genitores. O fato de buscar orientação jurídica ou solicitar o divórcio não coloca a mãe em desvantagem. Se o pai pratica ameaças, chantagem ou tentativas de afastar você dos filhos, isso pode configurar alienação parental (Lei 12.318/2010), o que fortalece o pedido de proteção judicial, e não o enfraquece.
Posso pedir pensão alimentícia mesmo estando grávida?
Pode. Os alimentos gravídicos estão previstos na Lei 11.804/2008 e podem ser solicitados a partir da confirmação da gestação. O valor cobre despesas com pré-natal, exames, internação, medicamentos e alimentação da gestante. A lei exige apenas indícios de paternidade para que o juiz fixe o valor provisoriamente. Após o nascimento, os alimentos gravídicos se convertem automaticamente em pensão alimentícia para a criança.
Mediação é só para casais que se entendem bem?
A mediação familiar funciona justamente em contextos de conflito, não apenas quando há harmonia. O mediador é um profissional qualificado para conduzir conversas difíceis com imparcialidade e domínio de técnicas de comunicação. A mediação pode ser utilizada para definir guarda, pensão, partilha de bens e convivência, e o acordo homologado pelo juiz possui força de título executivo judicial. Em muitos casos, o processo mediado é concluído em semanas, enquanto o litigioso pode levar meses ou anos.
